Robustos, fortes e compactos, os Bouviers da Flandres apresentam uma silhueta poderosa, forte e robusta. Têm uma pelagem abundante e áspera com uma aparência desgrenhada, com uma barba, bigode e sobrancelhas cerradas. Os Bouviers podem ter cores desde o fulvo até ao preto, e malhado. As fêmeas adultas medem 59-65cm e pesam 27-35kg. Os machos adultos medem 62-68cm e pesam 35-40kg.
- Cão adequando para donos experientes
- Necessário muito treino
- Gosta de passeios exigentes onde gaste muita energia
- Gosta de dar passeios de mais de duas horas por dia
- Cão grande
- Cão que se baba pouco
- Requer tratamento do pelo dia sim dia não
- É indiferente
- Cão pouco vocal
- Cão de guarda. Ladra, alerta para situações de perigo e protege fisicamente se necessário.
- Pode precisar de treino antes de viver com outros animais
- Pode precisar de treino antes de viver com crianças
| Esperança Média de Vida: | 10 – 12 anos |
| Peso em Adulto: | 27 – 40kg |
| Altura: | 59 – 68cm |
| Cores: | Os casacos de Bouvier vêm em tons de preto até fulvo e tigrado, uma pequena quantidade de branco é permitida no peito |
| Porte: | Grande |
| Adequado para Famílias: | 5/5 |
| Necessidade de Exercício: | 4/5 |
| Fácil de Treinar: | 5/5 |
| Tolerância para ficar sozinho: | 2/5 |
| Sociável com outros animais: | 2/5 |
| Nível de Energia: | 4/5 |
| Escovagem e Higiene: | 3/5 |
| Queda de Pelo: | 1/5 |
Personalidade
Apesar da sua aparência rude, o Bouvier da Flandres apresenta um temperamento estável e é amável, tornando-o num animal de estimação ideal. Protege a sua família e o seu território e é um pouco dissuasor com estranhos, mas nunca agressivo. Em casa revela-se sossegado, calmo e sensível, é carinhoso e aceita outros cães e animais de estimação domésticos, se for socializado e introduzido aos mesmos desde pequeno.
História e Origem
A sua origem é controversa, mas a partir do século XVII todos os cães que trabalhavam com o gado eram denominados “boiadeiros” (condutores de bovinos) e cada região na zona tinha o seu próprio nome e tipo. Estes cães eram utilizados como condutores e guardiães. Durante a Primeira Guerra Mundial, os cães boiadeiros foram quase extintos e alguns exemplares mais raros perderam-se por completo. Os únicos que sobreviveram foi o Bouvier da Flandres e o Bouvier das Ardenas. Tanto a França como a Bélgica reivindicam a origem do cão da Flandres. Um veterinário militar belga, chamado Capitão Darby, é creditado com o facto de ter assegurado a continuidade da raça durante os anos da guerra.